sábado, 11 de novembro de 2017

CINEMA EM BELÉM, DUBLAGEM E ENTREVISTA COM A GANG DO ELETRO, NO CINETVNEWS


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial, falaremos sobre o tema: Kirk Allyn – Rei dos Seriados Parte 2. No bloco Matine , os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém. 

No Zapping iremos falar sobre o mundo dos seriados da tv, tanto no Brasil, quanto nos EUA. No Trilha-Sonora em destaque apresentaremos a trilha-sonora do filme Breakdance. Dublasom reapresentaremos a dublagem da serie A Ilha do Perigo, realizada no estúdio TvCineSom. 

No Curtas do CineTvNews apresentaremos uma entrevista com o vocalista do Grupo Gang do Eletro.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

RICARDO MARADEI NO 'VOZES DO PARÁ"

Ricardo Maradei fala de seus discos e do trabalho na cena roqueira



O compositor, cantor e baixista Ricardo Maradei, é o entrevistado de Marcelo Souza no programa Vozes do Pará desta sexta-feira. Ele fala de sua carreira e de seu último trabalho, o disco Romance Roubado. Veja o que ele próprio escreveu sobre a cena roqueira paraense e sua participação na banda StereoScope, uma das melhores da Amazônia:

"O desapontamento que algumas pessoas, músicos, apreciadores e jornalistas demonstram em relação a essa última geração de músicos daqui do Pará, mais especificamente com relação a essa geração de bandas de rock nascidas já no século XXI, ou que chegaram ainda jovens até ele, é algo que merece alguma reflexão. Há uma questão-problema que não é o desapontamento em si, mas a existência dele motivada por uma causa específica, que, a meu ver, claramente é o insucesso comercial ou de popularidade nacional desses artistas. E de como se procedeu para tentar resolver a questão.

Me lembro que em meados de 2003 ouvi o disco Fanzine, da banda Suzana Flag, e fui, nos anos seguintes, a muitos shows ouvir Elder, Joel e Suzane cantarem suas canções, que, de expressivas que eram e ainda são, deverão me acompanhar por bom tempo ainda. Naturais de Castanhal, tiveram em Belém um reconhecimento real de um grupo pequeno, porém considerável, de pessoas, passando a fazer parte do imaginário de uma Belém reduzida e glamourosa, de festas, bares, boates e festivais lotados ou não de gente que, pelos menos em grande parte, gostava muito da banda. Havia muitos fãs verdadeiros e verdadeiros entusiastas, dando a impressão de que o rock pop tinha chegado pela primeira vez por aqui. No entanto, pra muitos o Suzana Flag vai ser sempre a banda que “podia ter sido”.

O Eletrola desfrutou de uma ascensão local semelhante, interrompida pela dissolução da banda. Gente que nem gostava de rock entendia os versos e melodias simples do grupo apenas como música e ouvia o disco da banda em casa, ia aos shows ou acompanhava tudo pela televisão em apresentações ao vivo na Rádio e TV Cultura. Foi assim não só com eles, mas com outras bandas e artistas. Creio que em relação a todas, no entanto, tenha ficado aquele sentimento de “quase lá”. Afinal, nenhuma virou o novo Cachorro Grande ou coisa parecida.

De forma ingenuamente generosa, para resolver esse problema, ou melhor, ainda naquela época, para extirpá-lo pela raiz, foram apontadas as precariedades dos recursos tecnológicos das gravações dos discos de Suzana Flag e Eletrola como empecilhos ao almejado sucesso nacional. Suzane foi acusada de desafinada e Camilo de guitarrista ruim. E a mim sempre perguntavam quando o Stereoscope iria regravar o disco Rádio 2000, considerado um dos registros fonográficos mais toscos dessa época.

Não há nada de necessariamente ruim em buscar aperfeiçoamento técnico, mas vejo que isso, esse anseio por um aperfeiçoamento técnico redentor baseado apenas na conquista de mais fidelidade e potência sonora, acaba por engessar o que existe de criatividade, restando uma procura por padronizações que ignora, inclusive, a bem sucedida história do rock. Um disco como Bee Thousand (1994), da banda americana Guided by Voices, por exemplo, se tivesse sido lançado por aqui, provavelmente seria considerado, no máximo, uma demo promissora, não uma obra-prima de um gênero. No rock paraense inoculou-se o medo de ser transgressor pela ameaça e receio de não vir a ser nada. Algo parecido com o que é feito com fiéis em igrejas cristãs.

A condição de subdesenvolvimento deste Estado em relação aos grandes centros, ainda no que diz respeito ao rock, por vezes é tratada como algo extremamente nocivo e paralisador, como se devesse primeiramente ser saneada, para então estarmos aptos a produzir algo que seja digno de ser considerado “de qualidade”. Enquanto isso, leis de incentivo fiscal prometem concretizar os anseios subdesenvolvidos de ser desenvolvido, criando, como já me disse Jack Nilson, algo que não é nem uma coisa nem outra, e é, agora por minha conta, com certeza pior que as duas.

Para os que não esperam pelo paraíso, ou simplesmente não acreditam nele, resta sair dessa zona de (des)conforto, e escolher em primeiro lugar a arte, deixando os planos demasiado humanos pra depois, ou podemos ficar somente com a reflexão de Gabriel Garcia Márquez, em seu Cem Anos de Solidão, de que “O mundo terá acabado de se foder no dia em que os homens viajarem de primeira classe e a literatura no vagão de carga”. O que, se fosse assim por aqui, por hora já seria o suficiente."

sábado, 28 de outubro de 2017

A DUBLAGEM DE RAMBO E O MUNDO DOS SERIADOS, NO CINETVNEWS


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial, falaremos sobre Os Filmes de Super-Herois Parte 2. No bloco Matine, os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém. 

No Zapping iremos falar sobre o mundo dos seriados da tv, tanto no Brasil, quanto nos EUA. Hoje apresentaremos temas de desenhos animados japoneses que fizeram sucesso. 

Dublasom reapresentaremos a dublagem do desenho Rambo, realizada no estúdio Herbert Richers. No Curtas do CineTvNews apresentaremos a segunda parte da visita aos Estúdios de Dublagem no Rio de Janeiro.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

O SOM GOSTOSO DA BANDA FEIRA EQUATORIAL NO "VOZES DO PARÁ"

Feira Equatorial tem um som eclético e público cativo 

A atração desta sexta-feira no "Vozes do Pará", ao vivo, é a banda Feira Equatorial, que engloba o som amazônico e música popular mineira, com toques de rock progressivo. A banda já é apontada como uma das melhores revelações da música paraense dos últimos anos.

Ela surgiu em 2015 e é formado por Thalia Sarmanho (vocal), Pedro Nascimento (guitarra), Son Maximiana (violão), Matheus Leão (baixo) e Caio Azevedo (bateria). A banda dialoga com o rock progressivo, o tropicalismo, a música popular paraense e amazônica, flertando com a sonoridade da música mineira, especialmente do grupo Clube da Esquina. As letras trazem mensagens de amor à natureza, à vida e às pessoas a partir da contemplação do cotidiano.

Apesar do curto tempo de existência, a banda se faz bem presente na cena local. Já se apresentou no Bar do Parque, Café com Arte, Casa Dirígível, Espaço Cultural Apoena, Discosaoleo, Ateliê de Artes da UFPA, Ná Figueredo, Old School, Casa Chevallier, Studio Pub, Da Tribu, Confraria do Rock, Gotazkaen, Casa do Fauno, Casa Velha, Teatro Cláudio Barradas e Teatro Margarida Schivasappa. 

Também participou dos programas Canta Pará, Conexão Acústico, Caleidoscópio, Protótipo da Funtelpa/Cultura e Mostra de Arte Livre Lêstrada. Em 2015, abriram dois shows do guitarrista Pio Lobato. Em 2016, a pedido do site 'Repórter E' gravaram uma composição especial chamada “Tudo Tupi no Tucupi”, em comemoração aos 400 anos de Belém. 

Ainda em 2016, ficou com o terceiro lugar do CCAA FEST com a canção “ O Mistério das Enchentes”, tendo sido uma das atrações convidadas para tocar no “Rock Rio Guamá 2016” na Universidade Federal do Pará.
 
Em março de 2017, lançou seu primeiro EP, Paná, que traz quatro faixas com show de lançamento no Teatro Margarida Schivasappa. As músicas A Flor e a CalçadaO Mistério das EnchentesVim Pra te Ver e La Sal (produzida por Bruno Rabelo) estão disponíveis nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, Soundcloud, Google Play).

sábado, 21 de outubro de 2017

CURTA E OUÇA O CINETVNEWS, A PARTIR DAS 19:30 DESTE SÁBADO


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial falaremos sobre Os Filmes de Super-Herois Parte 2. No bloco Matine, os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém. 

No Zapping iremos falar sobre o mundo dos seriados da tv, tanto no Brasil, quanto nos EUA. Hoje apresentaremos temas de desenhos animados japoneses que fizeram sucesso. 

Dublasom terá a reapresentação da dublagem do desenho Rambo, realizada no estúdio Herbert Richers.

No Curtas do CineTvNews apresentaremos a segunda parte da visita aos Estúdios de Dublagem no Rio de Janeiro.

ESSES MALUCOS INJETAM ADRENALINA NA PROGRAMAÇÃO DA SINTONIA; OUÇA-OS NO "ESSÊNCIA DO ROCK"


Heavy metal (ou simplesmente metal) é um gênero do rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte no Reino Unido e nos Estados Unidos. Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico (psicadélico, em português europeu), as bandas que criaram o heavy metal desenvolveram um som massivo e encorpado, caracterizado por um timbre saturado e distorcido dos amplificadores, pelas cordas graves da guitarra para a criação de riffs e pela exploração de sonoridades em tons menores, dando um ar sombrio às composições. O Allmusic afirma que "de todos os formatos do rock 'n' roll, o heavy metal é a forma mais extrema em termos de volume e teatralidade".

As primeiras bandas de heavy metal como Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath atraíram um grande público, apesar de muitas vezes serem desdenhadas pelos críticos, um fato comum em toda a história do gênero. Em meados dos anos 1970, o Judas Priest ajudou a impulsionar a evolução do gênero suprimindo muito da influência do blues existente; o Motörhead introduziu a sensibilidade do punk rock e uma ênfase crescente na velocidade. Bandas do New Wave of British Heavy Metal como Iron Maiden e Saxon seguiram o mesmo caminho. Antes do fim da década, os fãs de heavy metal vieram a ser conhecidos mundialmente como "metalheads", "headbangers", ou "metaleiros" (no Brasil).

Durante os anos 1980, o glam metal tornou-se uma força comercial com grupos como Mötley Crüe e Poison. O underground produziu cenas mais extremas e estilos agressivos: o thrash metal invadiu o mainstream trazendo à luz bandas como Anthrax, Megadeth, Metallica e Slayer, enquanto outros estilos ainda mais pesados como o death metal e o black metal permaneceram como fenômenos da subcultura do metal

Desde meados da década de 1990, estilos populares como o groove metal (ex.: Pantera) que combina metal extremo com hardcore punk, e o nu metal (ex.: Korn), que incorpora elementos de grunge e hip hop, ajudaram a ampliar a definição do gênero. Heavy metal se caracteriza tradicionalmente por guitarras altas e distorcidas, ritmos enfáticos, um som de baixo-e-bateria denso e vocais vigorosos. Os subgêneros do metal tradicionalmente enfatizam, alteram ou omitem um ou mais destes atributos. 


Segundo o crítico do New York Times Jon Pareles, "na taxonomia da música popular, o heavy metal é a principal subespécie do hard rock — o tipo com menos síncope, menos blues, com mais ênfase no espetáculo e mais força bruta." A típica formação da banda inclui um baterista, um baixista, um guitarrista base, um guitarrista solo e um cantor, que pode ou não também tocar algum dos instrumentos. 

Teclados são por vezes usados para enriquecer o corpo do som; as primeiras bandas de heavy metal costumavam usar um órgão Hammond, enquanto sintetizadores se tornaram mais comuns posteriormente.

A guitarra elétrica e o poder sônico que ela projeta através dos amplificadores foi, historicamente, o elemento chave do heavy metal. As guitarras frequentemente são tocadas com pedais de distorção, por meio de amplificadores de tubo com bastante overdrive, criando um som espesso, poderoso e "pesado". Um elemento central do heavy metal é o solo de guitarra, uma forma de cadenza. À medida que o gênero se desenvolveu, solos e riffs mais sofisticados e complexos tornaram-se parte integral do estilo. 

Guitarristas usam técnicas como sweep-picking e tapping para tocar com mais velocidade, e diversos estilos do metal enfatizam demonstrações de virtuosismo. Algumas bandas influentes do gênero, como Judas Priest e Iron Maiden, têm dois ou até mesmo três guitarristas que partilham tanto a guitarra base quanto a solo. Uma característica importante é o uso de escalas pentatônicas, exemplificado em bandas como Led Zeppelin, Deep Purple ou Black Sabbath.

O papel principal da guitarra no heavy metal frequentemente colide com o papel tradicional de líder da banda (bandleader) do vocalista, o que cria uma tensão musical à medida que os dois "disputam pela dominância" num espírito de "rivalidade afetuosa". O heavy metal "exige a subordinação da voz" ao som geral da banda. Refletindo as raízes do metal na contracultura da década de 1960, uma "demonstração explícita de emoção" é exigida dos vocais, como sinal de autenticidade. 


O crítico Simon Frith alega que o "tom de voz" do cantor do metal é mais importante do que as letras. Os vocais do metal variam enormemente de acordo com o estilo, do enfoque teatral, abrangendo múltiplas oitavas, de Rob Halford, do Judas Priest, e Bruce Dickinson, do Iron Maiden, até o estilo rouco de Lemmy, do Motörhead, e James Hetfield, do Metallica, chegando até ao urro gutural de diversos vocalistas de death metal.

O papel de relevo do baixo também é crucial para o som do metal, e o intercâmbio entre o baixo e a guitarra formam um elemento central do estilo. O baixo fornece o som grave necessário para tornar a música "pesada". As linhas de baixo do metal variam enormemente em termos de complexidade, desde a manutenção de um simples ponto pedal grave até servir como "alicerce" para os guitarristas, dobrando riffs e licks complexos juntamente com as guitarras base e/ou ritmo. Algumas bandas contam com o baixo como um instrumento solo, um enfoque popularizado pelo baixista Cliff Burton, do Metallica, no início da década de 1980.

A essência da bateria do metal consiste em criar uma batida alta e constante para a banda, usando a "trifeta da velocidade, força e precisão". A bateria do metal "requer uma quantidade excepcional de resistência", e os bateristas do estilo têm de desenvolver "destreza, coordenação e velocidade consideráveis para tocar os padrões complexos" utilizados no metal. 

Uma técnica característica da bateria do metal é o abafamento do prato, que consiste na percussão de um prato seguida pelo seu silenciamento imediato, através do uso da outra mão (ou, em alguns casos, da própria mão que o percutiu), produzindo uma curta emissão sonora. O setup da bateria do metal geralmente é muito maior do que o que é utilizado em outras formas de rock.

sábado, 14 de outubro de 2017

O "ARTE BRASIL" DESTE SÁBADO E SUAS ATRAÇÕES: 11 DA MANHÃ

No "Arte Brasil", o produtor e apresentador Paulo Gomes destaca em duas horas de programa os grandes nomes da MPB, dos clássicos aos lançamentos. 

É gente do calibre de Emílio Santiago, Simone, Gonzaguinha, Maria Bethânia, Maria Creuza e Marcos Valle. Das 11 às 13 horas.