sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O ECLETISMO MUSICAL DE LÍVIA MENDES, NO "VOZES DO PARÁ"

Do pop ao folk, canções autorais de Lívia conquistam público
Lívia Mendes tem a medida exata do talento: feeling musical e voz afinada, numa variação que vai do pop ao folk. Ela está no "Vozes do Pará", desta sexta-feira, de 6 às 8 da noite, apresentado por Marcelo Souza. 

Ela  reúne canções autorais, que passeiam pela presença dos violões como base e de guitarras limpas em desenhos pontuais. O ukulele e a gaita harmonizam em algumas faixas, deixando o protagonismo para a ternura da voz e as ironias românticas de apelo pop do trabalho da artista.

Apesar de compor desde os 14 anos, só em 2016 ela lançou o primeiro EP, gravado e mixado no StudioZ sob supervisão de Thiago Albuquerque e produção musical de Fabricinho Bastos, ambos profissionais da cena musical paraense.

O álbum leva o nome de Lívia e contém cinco canções autorais, unindo a delicadeza das vozes femininas da MPB contemporânea à vibração das cordas do folk americano e da música pop.



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

OS ALUCINANTES, BANDA DE ROCK DE CASTANHAL, NO "VOZES DO PARÁ"

Alucinantes fazem um rock dos 60, com pitadas atuais

Três amigos formam em meados de 2009 os "Alucinantes", um Power trio que vem da cidade Castanhal, a 70 km de Belém. Eles estão ao vivo, nesta sexta-feira (01 de dezembro) no programa "Vozes do Pará", produzido e apresnetado por Marcelo Souza.

Amigos de longa data, músicos atuantes na cena underground da cidade, decidiram se juntar e pôr em prática a ideia antiga de tocar rock and roll juntos e de preferência canções autorais. 
 
Com um som influenciado principalmente pelo rock das décadas de 60 e 70, sem esquecer tudo o que veio depois disso como o indie rock dos anos 90 e 2000, a psicodelia, a música eletrônica, o atual rock gaúcho, os "Alucinantes" vem com uma pitada de tudo isso e um pouco mais, divertindo as noites de quem curte o bom e velho rock and roll.
 
A banda tem uma "pegada" moderna e visceral. com composições próprias e carregadas de "alucinações" cotidianas e urbanas. Os Alucinantes vem tentado se estabelecer no cenário da musica independente no estado, tendo se apresentado em diversas casas e festivais. 
 
Curta o som deles.
 
Integrantes: Dionizio (guitarra e voz); Marcelo (bateria); Chico (baixo) - Telefone para contato: (91) 8139-1181. E-mail: aiuask@yahoo.com.br 
 
 

sábado, 11 de novembro de 2017

CINEMA EM BELÉM, DUBLAGEM E ENTREVISTA COM A GANG DO ELETRO, NO CINETVNEWS


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial, falaremos sobre o tema: Kirk Allyn – Rei dos Seriados Parte 2. No bloco Matine , os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém. 

No Zapping iremos falar sobre o mundo dos seriados da tv, tanto no Brasil, quanto nos EUA. No Trilha-Sonora em destaque apresentaremos a trilha-sonora do filme Breakdance. Dublasom reapresentaremos a dublagem da serie A Ilha do Perigo, realizada no estúdio TvCineSom. 

No Curtas do CineTvNews apresentaremos uma entrevista com o vocalista do Grupo Gang do Eletro.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

RICARDO MARADEI NO 'VOZES DO PARÁ"

Ricardo Maradei fala de seus discos e do trabalho na cena roqueira



O compositor, cantor e baixista Ricardo Maradei, é o entrevistado de Marcelo Souza no programa Vozes do Pará desta sexta-feira. Ele fala de sua carreira e de seu último trabalho, o disco Romance Roubado. Veja o que ele próprio escreveu sobre a cena roqueira paraense e sua participação na banda StereoScope, uma das melhores da Amazônia:

"O desapontamento que algumas pessoas, músicos, apreciadores e jornalistas demonstram em relação a essa última geração de músicos daqui do Pará, mais especificamente com relação a essa geração de bandas de rock nascidas já no século XXI, ou que chegaram ainda jovens até ele, é algo que merece alguma reflexão. Há uma questão-problema que não é o desapontamento em si, mas a existência dele motivada por uma causa específica, que, a meu ver, claramente é o insucesso comercial ou de popularidade nacional desses artistas. E de como se procedeu para tentar resolver a questão.

Me lembro que em meados de 2003 ouvi o disco Fanzine, da banda Suzana Flag, e fui, nos anos seguintes, a muitos shows ouvir Elder, Joel e Suzane cantarem suas canções, que, de expressivas que eram e ainda são, deverão me acompanhar por bom tempo ainda. Naturais de Castanhal, tiveram em Belém um reconhecimento real de um grupo pequeno, porém considerável, de pessoas, passando a fazer parte do imaginário de uma Belém reduzida e glamourosa, de festas, bares, boates e festivais lotados ou não de gente que, pelos menos em grande parte, gostava muito da banda. Havia muitos fãs verdadeiros e verdadeiros entusiastas, dando a impressão de que o rock pop tinha chegado pela primeira vez por aqui. No entanto, pra muitos o Suzana Flag vai ser sempre a banda que “podia ter sido”.

O Eletrola desfrutou de uma ascensão local semelhante, interrompida pela dissolução da banda. Gente que nem gostava de rock entendia os versos e melodias simples do grupo apenas como música e ouvia o disco da banda em casa, ia aos shows ou acompanhava tudo pela televisão em apresentações ao vivo na Rádio e TV Cultura. Foi assim não só com eles, mas com outras bandas e artistas. Creio que em relação a todas, no entanto, tenha ficado aquele sentimento de “quase lá”. Afinal, nenhuma virou o novo Cachorro Grande ou coisa parecida.

De forma ingenuamente generosa, para resolver esse problema, ou melhor, ainda naquela época, para extirpá-lo pela raiz, foram apontadas as precariedades dos recursos tecnológicos das gravações dos discos de Suzana Flag e Eletrola como empecilhos ao almejado sucesso nacional. Suzane foi acusada de desafinada e Camilo de guitarrista ruim. E a mim sempre perguntavam quando o Stereoscope iria regravar o disco Rádio 2000, considerado um dos registros fonográficos mais toscos dessa época.

Não há nada de necessariamente ruim em buscar aperfeiçoamento técnico, mas vejo que isso, esse anseio por um aperfeiçoamento técnico redentor baseado apenas na conquista de mais fidelidade e potência sonora, acaba por engessar o que existe de criatividade, restando uma procura por padronizações que ignora, inclusive, a bem sucedida história do rock. Um disco como Bee Thousand (1994), da banda americana Guided by Voices, por exemplo, se tivesse sido lançado por aqui, provavelmente seria considerado, no máximo, uma demo promissora, não uma obra-prima de um gênero. No rock paraense inoculou-se o medo de ser transgressor pela ameaça e receio de não vir a ser nada. Algo parecido com o que é feito com fiéis em igrejas cristãs.

A condição de subdesenvolvimento deste Estado em relação aos grandes centros, ainda no que diz respeito ao rock, por vezes é tratada como algo extremamente nocivo e paralisador, como se devesse primeiramente ser saneada, para então estarmos aptos a produzir algo que seja digno de ser considerado “de qualidade”. Enquanto isso, leis de incentivo fiscal prometem concretizar os anseios subdesenvolvidos de ser desenvolvido, criando, como já me disse Jack Nilson, algo que não é nem uma coisa nem outra, e é, agora por minha conta, com certeza pior que as duas.

Para os que não esperam pelo paraíso, ou simplesmente não acreditam nele, resta sair dessa zona de (des)conforto, e escolher em primeiro lugar a arte, deixando os planos demasiado humanos pra depois, ou podemos ficar somente com a reflexão de Gabriel Garcia Márquez, em seu Cem Anos de Solidão, de que “O mundo terá acabado de se foder no dia em que os homens viajarem de primeira classe e a literatura no vagão de carga”. O que, se fosse assim por aqui, por hora já seria o suficiente."

sábado, 28 de outubro de 2017

A DUBLAGEM DE RAMBO E O MUNDO DOS SERIADOS, NO CINETVNEWS


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial, falaremos sobre Os Filmes de Super-Herois Parte 2. No bloco Matine, os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém. 

No Zapping iremos falar sobre o mundo dos seriados da tv, tanto no Brasil, quanto nos EUA. Hoje apresentaremos temas de desenhos animados japoneses que fizeram sucesso. 

Dublasom reapresentaremos a dublagem do desenho Rambo, realizada no estúdio Herbert Richers. No Curtas do CineTvNews apresentaremos a segunda parte da visita aos Estúdios de Dublagem no Rio de Janeiro.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

O SOM GOSTOSO DA BANDA FEIRA EQUATORIAL NO "VOZES DO PARÁ"

Feira Equatorial tem um som eclético e público cativo 

A atração desta sexta-feira no "Vozes do Pará", ao vivo, é a banda Feira Equatorial, que engloba o som amazônico e música popular mineira, com toques de rock progressivo. A banda já é apontada como uma das melhores revelações da música paraense dos últimos anos.

Ela surgiu em 2015 e é formado por Thalia Sarmanho (vocal), Pedro Nascimento (guitarra), Son Maximiana (violão), Matheus Leão (baixo) e Caio Azevedo (bateria). A banda dialoga com o rock progressivo, o tropicalismo, a música popular paraense e amazônica, flertando com a sonoridade da música mineira, especialmente do grupo Clube da Esquina. As letras trazem mensagens de amor à natureza, à vida e às pessoas a partir da contemplação do cotidiano.

Apesar do curto tempo de existência, a banda se faz bem presente na cena local. Já se apresentou no Bar do Parque, Café com Arte, Casa Dirígível, Espaço Cultural Apoena, Discosaoleo, Ateliê de Artes da UFPA, Ná Figueredo, Old School, Casa Chevallier, Studio Pub, Da Tribu, Confraria do Rock, Gotazkaen, Casa do Fauno, Casa Velha, Teatro Cláudio Barradas e Teatro Margarida Schivasappa. 

Também participou dos programas Canta Pará, Conexão Acústico, Caleidoscópio, Protótipo da Funtelpa/Cultura e Mostra de Arte Livre Lêstrada. Em 2015, abriram dois shows do guitarrista Pio Lobato. Em 2016, a pedido do site 'Repórter E' gravaram uma composição especial chamada “Tudo Tupi no Tucupi”, em comemoração aos 400 anos de Belém. 

Ainda em 2016, ficou com o terceiro lugar do CCAA FEST com a canção “ O Mistério das Enchentes”, tendo sido uma das atrações convidadas para tocar no “Rock Rio Guamá 2016” na Universidade Federal do Pará.
 
Em março de 2017, lançou seu primeiro EP, Paná, que traz quatro faixas com show de lançamento no Teatro Margarida Schivasappa. As músicas A Flor e a CalçadaO Mistério das EnchentesVim Pra te Ver e La Sal (produzida por Bruno Rabelo) estão disponíveis nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer, Soundcloud, Google Play).

sábado, 21 de outubro de 2017

CURTA E OUÇA O CINETVNEWS, A PARTIR DAS 19:30 DESTE SÁBADO


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial falaremos sobre Os Filmes de Super-Herois Parte 2. No bloco Matine, os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém. 

No Zapping iremos falar sobre o mundo dos seriados da tv, tanto no Brasil, quanto nos EUA. Hoje apresentaremos temas de desenhos animados japoneses que fizeram sucesso. 

Dublasom terá a reapresentação da dublagem do desenho Rambo, realizada no estúdio Herbert Richers.

No Curtas do CineTvNews apresentaremos a segunda parte da visita aos Estúdios de Dublagem no Rio de Janeiro.