sábado, 21 de outubro de 2017

CURTA E OUÇA O CINETVNEWS, A PARTIR DAS 19:30 DESTE SÁBADO


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial falaremos sobre Os Filmes de Super-Herois Parte 2. No bloco Matine, os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém. 

No Zapping iremos falar sobre o mundo dos seriados da tv, tanto no Brasil, quanto nos EUA. Hoje apresentaremos temas de desenhos animados japoneses que fizeram sucesso. 

Dublasom terá a reapresentação da dublagem do desenho Rambo, realizada no estúdio Herbert Richers.

No Curtas do CineTvNews apresentaremos a segunda parte da visita aos Estúdios de Dublagem no Rio de Janeiro.

ESSES MALUCOS INJETAM ADRENALINA NA PROGRAMAÇÃO DA SINTONIA; OUÇA-OS NO "ESSÊNCIA DO ROCK"


Heavy metal (ou simplesmente metal) é um gênero do rock que se desenvolveu no final da década de 1960 e no início da década de 1970, em grande parte no Reino Unido e nos Estados Unidos. Tendo como raízes o blues-rock e o rock psicodélico (psicadélico, em português europeu), as bandas que criaram o heavy metal desenvolveram um som massivo e encorpado, caracterizado por um timbre saturado e distorcido dos amplificadores, pelas cordas graves da guitarra para a criação de riffs e pela exploração de sonoridades em tons menores, dando um ar sombrio às composições. O Allmusic afirma que "de todos os formatos do rock 'n' roll, o heavy metal é a forma mais extrema em termos de volume e teatralidade".

As primeiras bandas de heavy metal como Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath atraíram um grande público, apesar de muitas vezes serem desdenhadas pelos críticos, um fato comum em toda a história do gênero. Em meados dos anos 1970, o Judas Priest ajudou a impulsionar a evolução do gênero suprimindo muito da influência do blues existente; o Motörhead introduziu a sensibilidade do punk rock e uma ênfase crescente na velocidade. Bandas do New Wave of British Heavy Metal como Iron Maiden e Saxon seguiram o mesmo caminho. Antes do fim da década, os fãs de heavy metal vieram a ser conhecidos mundialmente como "metalheads", "headbangers", ou "metaleiros" (no Brasil).

Durante os anos 1980, o glam metal tornou-se uma força comercial com grupos como Mötley Crüe e Poison. O underground produziu cenas mais extremas e estilos agressivos: o thrash metal invadiu o mainstream trazendo à luz bandas como Anthrax, Megadeth, Metallica e Slayer, enquanto outros estilos ainda mais pesados como o death metal e o black metal permaneceram como fenômenos da subcultura do metal

Desde meados da década de 1990, estilos populares como o groove metal (ex.: Pantera) que combina metal extremo com hardcore punk, e o nu metal (ex.: Korn), que incorpora elementos de grunge e hip hop, ajudaram a ampliar a definição do gênero. Heavy metal se caracteriza tradicionalmente por guitarras altas e distorcidas, ritmos enfáticos, um som de baixo-e-bateria denso e vocais vigorosos. Os subgêneros do metal tradicionalmente enfatizam, alteram ou omitem um ou mais destes atributos. 


Segundo o crítico do New York Times Jon Pareles, "na taxonomia da música popular, o heavy metal é a principal subespécie do hard rock — o tipo com menos síncope, menos blues, com mais ênfase no espetáculo e mais força bruta." A típica formação da banda inclui um baterista, um baixista, um guitarrista base, um guitarrista solo e um cantor, que pode ou não também tocar algum dos instrumentos. 

Teclados são por vezes usados para enriquecer o corpo do som; as primeiras bandas de heavy metal costumavam usar um órgão Hammond, enquanto sintetizadores se tornaram mais comuns posteriormente.

A guitarra elétrica e o poder sônico que ela projeta através dos amplificadores foi, historicamente, o elemento chave do heavy metal. As guitarras frequentemente são tocadas com pedais de distorção, por meio de amplificadores de tubo com bastante overdrive, criando um som espesso, poderoso e "pesado". Um elemento central do heavy metal é o solo de guitarra, uma forma de cadenza. À medida que o gênero se desenvolveu, solos e riffs mais sofisticados e complexos tornaram-se parte integral do estilo. 

Guitarristas usam técnicas como sweep-picking e tapping para tocar com mais velocidade, e diversos estilos do metal enfatizam demonstrações de virtuosismo. Algumas bandas influentes do gênero, como Judas Priest e Iron Maiden, têm dois ou até mesmo três guitarristas que partilham tanto a guitarra base quanto a solo. Uma característica importante é o uso de escalas pentatônicas, exemplificado em bandas como Led Zeppelin, Deep Purple ou Black Sabbath.

O papel principal da guitarra no heavy metal frequentemente colide com o papel tradicional de líder da banda (bandleader) do vocalista, o que cria uma tensão musical à medida que os dois "disputam pela dominância" num espírito de "rivalidade afetuosa". O heavy metal "exige a subordinação da voz" ao som geral da banda. Refletindo as raízes do metal na contracultura da década de 1960, uma "demonstração explícita de emoção" é exigida dos vocais, como sinal de autenticidade. 


O crítico Simon Frith alega que o "tom de voz" do cantor do metal é mais importante do que as letras. Os vocais do metal variam enormemente de acordo com o estilo, do enfoque teatral, abrangendo múltiplas oitavas, de Rob Halford, do Judas Priest, e Bruce Dickinson, do Iron Maiden, até o estilo rouco de Lemmy, do Motörhead, e James Hetfield, do Metallica, chegando até ao urro gutural de diversos vocalistas de death metal.

O papel de relevo do baixo também é crucial para o som do metal, e o intercâmbio entre o baixo e a guitarra formam um elemento central do estilo. O baixo fornece o som grave necessário para tornar a música "pesada". As linhas de baixo do metal variam enormemente em termos de complexidade, desde a manutenção de um simples ponto pedal grave até servir como "alicerce" para os guitarristas, dobrando riffs e licks complexos juntamente com as guitarras base e/ou ritmo. Algumas bandas contam com o baixo como um instrumento solo, um enfoque popularizado pelo baixista Cliff Burton, do Metallica, no início da década de 1980.

A essência da bateria do metal consiste em criar uma batida alta e constante para a banda, usando a "trifeta da velocidade, força e precisão". A bateria do metal "requer uma quantidade excepcional de resistência", e os bateristas do estilo têm de desenvolver "destreza, coordenação e velocidade consideráveis para tocar os padrões complexos" utilizados no metal. 

Uma técnica característica da bateria do metal é o abafamento do prato, que consiste na percussão de um prato seguida pelo seu silenciamento imediato, através do uso da outra mão (ou, em alguns casos, da própria mão que o percutiu), produzindo uma curta emissão sonora. O setup da bateria do metal geralmente é muito maior do que o que é utilizado em outras formas de rock.

sábado, 14 de outubro de 2017

O "ARTE BRASIL" DESTE SÁBADO E SUAS ATRAÇÕES: 11 DA MANHÃ

No "Arte Brasil", o produtor e apresentador Paulo Gomes destaca em duas horas de programa os grandes nomes da MPB, dos clássicos aos lançamentos. 

É gente do calibre de Emílio Santiago, Simone, Gonzaguinha, Maria Bethânia, Maria Creuza e Marcos Valle. Das 11 às 13 horas.

 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

PROGRAMA "VELHA GUARDA", UMA VIAGEM NO TEMPO. OUÇA NESTA TERÇA, DE 10 A MEIA NOITE


Com produção e apresentação de Paulo Gomes, o programa "Velha Guarda" desta noite faz um mergulho no tempo, mostrando canções que marcaram épocas, desde os primórdios do século XX.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A VOZ ESPECIAL DE ZARA HIR E A SENSIBILIDADE DE RAFAEL GUERREIRO NO "VOZES DO PARÁ". DUAS DA TARDE

Zara Hir está na estrada musical desde 2001 e transita por várias vertentes musicais
No estúdio da Sintonia, Zara, com Rafael Guerreiro, entrevistados por Marcelo Souza


Nesta segunda-feira, a partir das duas da tarde, um "Vozes do Pará" especial, com a cantora Zara Hir, tendo a acompanhá-la - os dois são entrevistados por Marcelo Souza, produtor e apresentador do programa -, o músico Rafael Guerreiro.

domingo, 8 de outubro de 2017

ARTUR NOGUEIRA FALA DE SUA CARREIRA, SEUS DISCOS E LANÇA "REI NINGUÉM". O APERITIVO DO CÍRIO, ÀS 2 DA TARDE



O artista paraense no estúdio da Rádio Sintonia, com o produtor Marcelo Souza
 



O programa "Vozes do Pará" dá um aperitivo do Círio de Nazaré aos seus ouvintes e apresenta, a partir das 2 da tarde deste domingo, uma entrevista com o cantor e compositor paraense Arthur Nogueira, hoje radicado em São Paulo, que está em Belém, visitando familiares e aproveitando para rever a terrinha, os amigos e fãs que admiram seu trabalho. 

sábado, 7 de outubro de 2017

CINETVNEWS E SUAS ATRAÇÕES DESTE SÁBADO


Com apresentação de Carlos Amorim. No Editorial, falaremos sobre Star Trek: Discovery na opinião de Sergio Figueiredo. No bloco Matine, os lançamentos da semana, o circuito de cinema de Belém.